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Mostrando postagens de setembro, 2018

AMAR!

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Amar. Verbo difícil de ser conjugado. Difícil de aprender, mais difícil ainda ensinar. Mas precisamos dele e, assim, não temos como deixá-lo de lado. Apesar de ser difícil entender tudo que ele faz conosco. Noites perdidas, choros, soluços e uma porção de coisas que não conseguimos nem definir. Tudo parece tão bonito quando se ama e se é assim, por que não amar? Eu digo. Porque amar traz dor de cabeça. Amar dá trabalho. E quem está disposto a se esforçar? Queremos um amor do tipo mala com rodas, daqueles que não nos demandam força. Talvez, seja por isso que nos encontramos em relacionamentos tão vazios e sem vida. Queremos alguém que se encaixe perfeitamente em nossas vidas. É como se estivéssemos em uma entrevista analisando o melhor currículo. Se o candidato aparenta algum problema, logo tratamos de dispensá-lo. Afinal, não queremos ficar com alguém que nos traga problemas. Queremos, como diz o povo, “uma árvore com sombra”. Mas, e aí? O que isso garante? Um relacionamento ...

Aonde está indo?

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   Quanto mais estudamos os mistérios do ser humano e do mundo em que vivemos, mais complexos se tornam os mesmos.    Atribuir tudo ao divino, como faz a religião, nos isenta de qualquer responsabilidade diante do todo, digo, do mundo e de nós mesmos. Tudo pode ficar muito mais divertido se assumirmos todas as responsabilidades. Como bem cantou Raul Seixas: “É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro.” Quem, ou o que, seria esse “outro?    Chegamos ao século XXI com uma considerável parte da população do planeta dotada de uma mentalidade primitiva e, pior, sem compreender exatamente como a mentalidade primitiva funciona de fato. A filosofia e a psicologia podem esclarecer melhor essa questão sobre a mecânica da mente humana. Mas, para iniciarmos esse divertido – e confuso estudo, precisamos nos livrar do “estamos muito ocupados pra poder pensar”, e, como conseqüência, estarmos livres de valores previamente impostos como absolutos e, sobretudo,...

É PRECISO IR EMBORA

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Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem seu empregado, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso. Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversário, você estando aqui ou na Austrália. Esse papo de “que saudades de você” “vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta ...